Nestas férias aproveitei para pôr desde já em prática a minha primeira resolução de ano novo: ter realmente férias. Não respondi a mails, não adiantei trabalho, não fui a reuniões, não marquei reuniões. Li o que me interessava sem outro objectivo que não os meus próprios caprichos. Tentei assegurar a mesma coisa aos meus alunos, não lhes marcando trabalhos imediatamente para depois das férias, o que os obrigaria a sentirem-se culpados durante todo o Natal, uma coisa talvez católica mas sobretudo injusta. Com o governo a cortar oficialmente feriados e a aumentar os horários laborais, parece-me que se deve dar o maior valor possível às férias, aos períodos de descanso e aos tempos livres.
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