Há quem diga, sem óbvio conhecimento de causa, que este governo não vê com bons olhos as actividades criativas. Até seria verdade, se não fosse aquela coisa altamente criativa da “criação de emprego”. Veja-se por exemplo o programa Estímulo 2012 que se oferece para subsidiar empresas que contratem desempregados inscritos num centro de emprego há mais de seis meses, pagando-lhes metade do salário até um limite máximo de 419,22 euros.
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