Apanhei finalmente o famoso anuário desenhado por Tschichold em 1938, com textos de Beatrice Warde e Allen Lane, e trabalho de Herbert Matter, Herbert Bayer e Moholy-Nagy, entre muitos outros. Ainda vem com a sobrecapa, que pela fragilidade e carácter informativo, se percebe só servia para proteger e publicitar o livro até que o leitor se decidisse a levá-lo para casa, descartando pelo caminho este utilitário e humilde pedaço de papel, bem diferente das exóticas versões actuais – como defendia o próprio Tschichold.
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