The Ressabiator

Ícone

Se não podes pô-los a pensar uma vez, podes pô-los a pensar duas vezes

Não sou só eu

Nem de propósito: depois de ter retomado hoje o tema da sinalética fanhosa do metro do Porto, dei com este artigo no blog da Eye sobre a excessiva confiança dos arquitectos modernistas na “legibilidade” dos seus edifícios, deixando sempre que possível toda e qualquer sinalética de lado – para desespero de quem quer dar com as casas de banho ou mesmo com a entrada do edifício. Tendo em conta que o mau exemplo vem de cima, a falta de qualidade da navegação nos edifícios de arquitectos portugueses (e não só) acaba por ser inversamente proporcional ao “nome” do Sr. Arquitecto. Lembro-me, por exemplo, de andar constantemente perdido na meia dúzia de corredores da Pousada de Santa Maria do Bouro, de Souto Moura, onde era preciso o recepcionista indicar a cada hóspede o truque para abrir o minibar, escondido atrás de uma portinhola disfarçada de pintura abstracta pirosa (com uma pseudo-colagem a funcionar como pega). Resumindo, se mais algum arquitecto português ganha o Pritzker nunca mais ninguém dá com um Favaíto ou com uma casa de banho pública neste país.

Anúncios

Filed under: Arquitectura, Crítica, Cultura, Design

One Response

  1. joana R. diz:

    Isso é exagero, caro amigo.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

w

Connecting to %s

Arquivos

Comentários Recentes

Mário Moura em Livro
João Sobral em Livro
Peixinho de Prata em O Espectador Calado
Mário Moura em Occidente, 1889
Augusto José em Occidente, 1889

Arquivos

Categorias

%d bloggers like this: