The Ressabiator

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Se não podes pô-los a pensar uma vez, podes pô-los a pensar duas vezes

Do Zero aos Oitenta

A ver o genérico de Drive, com as suas grandes letras caligrafadas a rosa choque sobre paisagens urbanas, lembrei-me inevitavelmente de To Live and Die in L.A., de William Friedkin, o melhor e o mais anos oitenta dos filmes dos anos oitenta, com um fabuloso genérico de Pablo Ferro a oscilar com nervosismo entre as ruas sujas de um policial urbano dos anos setenta e a maquilhagem esborratada dos New Romantics, e – génio – uma mancha gráfica, plástica, de sangue a desenhar a silhueta de uma palmeira.

Para além disso? Uma das melhores perseguições de carro de sempre, comFriedkin a tentar bater a do seu próprio French Connection:

E ainda, para os designers, a possibilidade de ver Willem Dafoe a falsificar dinheiro usando técnicas de gráfica da época:

Filed under: Design

One Response

  1. […] de Drive desde a primeira imagem, desde o genérico até à cena final, passando pela banda sonora. É um filme onde não há um personagem que não […]

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