É o lugar comum da crise: fulano perde o emprego, bolsa ou estabilidade de emprego e emigra, dedica-se à agricultura ou abre um bar (bónus se for um bar/galeria, /artesanato urbano, /livraria, /etc.) Portugal volta assim, quase sem dar conta, às mesmas opções que tinha há cem anos: a emigração, a enxada ou a tasca.
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