The Ressabiator

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Se não podes pô-los a pensar uma vez, podes pô-los a pensar duas vezes

Unipop

ImagemVou estar aqui amanhã, a debater o trabalho da Joana Vasconcelos. Fica aqui o texto de apresentação e o link:

Nas últimas décadas, várias manifestações artísticas têm sido designadas sob o nome de pop. Citando a ideia de popular, mas conferindo-lhe já um alcance que só é possível compreender no quadro da proliferação dos media e da extensão das relações mercantis a novos domínios da vida e da sociedade, a pop não tem sido propriamente um objecto de reflexão, ainda que sirva de pretexto para debates e polémicas circunstanciais, da atenção prestada à recente exposição «David Bowie is», a decorrer em Londres, às polémicas em torno das obras de Joana Vasconcelos, recentemente avivadas em Portugal. Estas polémicas convidam-nos a situar a pop num plano mais alargado de discussão, que contemple a análise das transformações estéticas, e a sua história, e dos processos de massificação da cultura. O presente seminário procurará, ao longo de um dia, promover o encontro entre a pop e o pensamento crítico contemporâneo (convocando o contributo de autores como Walter Benjamin, Marshall MacLuhan ou Jacques Rancière, entre outros) e explorar estudos de casos (que vão da música ao cinema, passando pelas artes plásticas). A Unipop e o CIEBA – Centro de Investigação e de Estudos em Belas-Artes (Universidade de Lisboa) procuram assim abrir espaço a uma discussão em torno da pop que contrarie a desconsideração a que o tema sido muitas vezes votado no campo académico, onde persistem as divisões entre alta e baixa cultura, erudita e popular, moderna e tradicional ou nacional e global; simultaneamente, procuramos possibilitar um debate crítico sobre a pop e suas manifestações que está tantas vezes ausente do espaço mediático actual. A encerrar o seminário, será lançado o número 3 da revista Imprópria, com um dossier de textos em torno da pop, da autoria de Marcos Cardão, Luís Trindade e Greil Marcus. Mais info em www.unipop.info.

 

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Filed under: Crítica

One Response

  1. […] Também brinquei que ainda iam chamar Cabrita Reis para a pigmentação e nem quinze dias depois soube que ele já estava a tratar do assunto. Dois anos depois, a Joana Vasconcelos junta-se à festa. E não devia ser surpresa nenhuma: em mais do que uma ocasião já tinha dito que a cultura das barragens e a Joana Vasconcelos eram efeito de uma mesma arte de regime (e ainda o fiz nos seminários Unipop). […]

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