The Ressabiator

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Se não podes pô-los a pensar uma vez, podes pô-los a pensar duas vezes

Escala

É uma observação comum e penso que já lhe respondi noutra ocasião: alguém me pergunta se não é bom haver uma cena de barzitos, galeriazitas e atelierzitos no Porto. É, é bom, mas por comparação com Lisboa, um exemplo próximo, lá também existem espaços e iniciativas deste género. A diferença é que, aqui no Porto, há três ou quatro grandes instituições e centenas (milhares?) de espacinhos e nada de intermédio pelo meio. Não há hipótese de uma pequena iniciativa crescer até se tornar algo mais complexo. Quando muito, um conjunto de coisinhas juntam-se pontualmente para um dia de inaugurações, para uma feira, etc. Mas nada mais do que isso.

Há coisas que só se conseguem fazer com alguma escala. O mais básico será sobreviver aos solavancos. Nos anos de Rui Rio apareceram um sem número de colectivos nas artes com algum sucesso e exposição mediática. Quase todos acabaram por desaparecer seguindo os seus membros carreiras individuais, como se só fosse possível “crescerem” ficando mais pequenos.

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Filed under: Crítica

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