The Ressabiator

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Se não podes pô-los a pensar uma vez, podes pô-los a pensar duas vezes

É todo um jogo

Andar a reler os textos chave do activismo cultural/político dos anos 60/70 só ilustra como tudo mudou desde essa altura. Nem falo da evidente hegemonia de uma anarquia libertária de direita (neoliberalismo) mas de questões mais subtis. Vaneigem e os situacionistas falavam da importância do jogo, da batota e de brincar como forma de transgressão. Agora, que passámos de uma sociedade de consumo a uma sociedade de competição empresarial até nas relações individuais, o jogo torna-se total: concursos de televisão modelados em entrevistas de emprego que por sua vez são modeladas em concursos de televisão. E claro que já não há separação nenhuma entre arte, vida, emprego, lazer.

A recuperar alguma ideia de jogo vinda dessa época prefiro o jogo neutro de Barthes, onde o objectivo era empatar e não competir.

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Filed under: Crítica

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