The Ressabiator

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Se não podes pô-los a pensar uma vez, podes pô-los a pensar duas vezes

Pulp Hope

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Para me distrair das leitura burocráticas académicas, recorro como de costume nesta altura do ano à banda desenhada. Quando me canso das teses e dos papers, tenho lido Battling Boy, de Paul Pope, um autor que sigo há uns vinte anos, dos melhores. É um bom representante do autor completo, que não só escreve e desenha como faz o design das suas próprias publicações. Acho-o mais interessante do que Chris Ware, por exemplo, que respeito mas cujas histórias só muito raramente leio, preferindo-o folheá-las.

Paul Pope (ou Pulp Hope, como gosta de assinar) administra solitariamente um universo só dele, que só de raspão se parece com outra coisa qualquer: há robôs personalizados que crescem de uma pastilha ao contacto com a água; Marte foi colonizado e parece uma Highway 66 mongol. A minha história favorita é a de Escapo, um artista de circo desfigurado e apaixonado com mais habilidade a fugir à morte do que ao amor não correspondido.

Os exemplos que mostro aqui são os meus favoritos e mais antigos, Giant THB Parade e Buzz Buzz, coisas agravadas quase do tamanho de um A3, onde a pincelada maníaca e caligráfica de Pope pode rabiscar à vontade. (Battling Boy é bom, mas é de bolso)

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Filed under: Crítica

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