The Ressabiator

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Se não podes pô-los a pensar uma vez, podes pô-los a pensar duas vezes

Walk in silence

“Don’t walk away, in silence.
See the danger,
Always danger,

Endless talking,
Life rebuilding,
Don’t walk away.”

É comum ouvir artistas e designers a sublinharem a importância e a falta de feedback. O que fazem pretende ser público, não apenas por ter gente presente, a assistir, mas que fale, escreva e pense sobre aquilo.

Na arte em particular, há muito discurso interno entre os protagonistas, quem convida, quem comissaria, quem produz, quem ajuda, quem apresenta ao vivo, na folha de sala, no catálogo. Mas só raramente vem de fora.

Há dois jornais impressos que apresentam semanalmente uma ou duas colunas dee crítica. Na melhor das hipóteses, 208 recensões. Este ano alguém me dizia que este ano, só dentro das Belas Artes do Porto, tinham havido pelo menos 240 eventos. Fica quase tudo de fora.

E o comissariado não é, evidentemente, a nova crítica. Nem de perto, nem de longe. A velha crítica nos seus melhores momentos representava não a voz da academia ou dos artistas mas a do público.

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Filed under: Crítica

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