The Ressabiator

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Se não podes pô-los a pensar uma vez, podes pô-los a pensar duas vezes

Ars Longa

Comecei a ver os filmes do Manoel de Oliveira com o Non, ou a Vã Glória de Mandar. O homem na altura era um saco de pancada, como de resto era todo o cinema português. Pouca gente o levava a sério. Eram os longuíssimos planos e os longuíssimos filmes. Eram os maneirismos dos actores. Agora, qualquer coisa do Senhor dos Anéis ou da Guerra das Estrelas é quase tão comprida como o Soulier de Satin e o Oliveira passou para as curtas. Na altura, alguém disse que o Non era o seu filme-testamento. Se fosse verdade, a obra do Pedro Costa encaixava toda dentro desse longo testamento. Dustin Hoffman num inquérito disse que queria ser como ele: ainda a fazer filmes aos 100. O último que vi dele foi o Acto da Primavera, num iPad com o pôr do sol na varanda atrás. Tanta coisa.

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Filed under: Crítica

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