The Ressabiator

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Se não podes pô-los a pensar uma vez, podes pô-los a pensar duas vezes

O Novo Dune

Resisti ao novo Dune durante quase toda a primeira hora, não por ser mau, mas por me parecer que vibrava, como se fossem três impressões a cores diferentes um pouco desfasadas entre si.

Já tinha visto quase as mesmas cenas com outros actores pelo menos mais duas vezes, no filme de Lynch e na mini-série. E, sem os actores, mais duas vezes, na novelização do primeiro filme escrita por Joan D. Vinge e editada pela Europa-América, e no livro original de Frank Herbert. Três, se contar o documentário sobre Jodorowski. Cada diálogo vibrava de familiaridade, até que o filme de Villeneuve se focou para mim como uma moeda que acaba de girar sobre uma mesa, e percebi que tinha aquela qualidade de estranheza que nos põe a sonhar à noite com certa narrativa. A violência alienígena, pós-humana de tudo aquilo, de como os cenários habitam tão bem a estreiteza do ecrã.

Filed under: Crítica

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